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Uma breve explicação sobre as raças e seus costumes!!

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Uma breve explicação sobre as raças e seus costumes!!

Mensagem por Felipe em Seg Dez 25, 2017 5:54 pm

Anões:

Importados da mitologia nórdica-normanda, são considerados os "artífices", os armeiros dos deuses.
Desta forma, a raça herda costumes como os vikings. São naturalmente impulsivos e gananciosos, mas muito benevolentes dentro de seus costumes.
Sua fala é grave, e seu vocabulário é rico em consoantes. Os homens têm fala dura, podendo parecer rudes a quem não fale seu idioma. Mas são muito espirituosos, apesar de ser desconfiados.
No universo de D&D, suas guerras seculares foi marcada por intensos duelos contra raças consideradas mágicas (como drows, dwergares e mind-flayers), o que lhes rendeu enorme desconfiança por tais seres.

Ao contrário do que se pensa, não são oriundos dos Reinos de baixo, mas das altas Montanhas. No início, viviam reclusos em grandes altitudes, mas DENTRO das rochas, por assim dizer. mestres das minas e das escavações, têm no artesanato sua paixão, e seu esporte.
Não é raro um duelo de armeiros pela peça "mais bonita", mais "bem acabada", mais "caras" ou até mesmo "com mais jóias incrustadas".
Neste quesito, assemelham-se aos gnomos, embora estes "primos" mais esguios e ainda mais sovinas prefiram as pedras preciosas do que os metais.

Sua religião principal é Moradim, o Forjador das Almas. Valorizam muito o conhecimento e o aprendizados, e são das poucas raças a possuir escolas em suas cidades.
Profissões mais comuns: Guerreiros, armeiros, ferreiros, cervejeiros, joalheiros e artesãos em pedras, desde alvenaria a lapidação.

Elfos:

Importados da tradição celta, são inventivos, criativos, graciosos e... mágicos.
Povos oriundos das lendas de seres mágicos vivendo nas florestas de Ontem, sempre estiveram presentes na cultura das tribos celtas por toda Europa e Asia.
Valorizam os cultos à natureza, e isto se reflete em sua religião, marcada por deuses que de alguma maneira representem forças primordiais, como os elementos, a vida, a mata, as árvores, os pássaros, e assim por diante.

Por sua longevidade, elfos são conhecidos pela "lerdeza", como diriam os anões. Mas são, na verdade, de uma paciência lendária. Enxergam muito além do seu tempo, e sua afinidade com a natureza lhes concede uma percepção muito além do seu tempo.
Apesar disso, valorizam demais os seres-humanos, apesar de lamentar sua "pouca vida". Conquistam em anos ou décadas o que os elfos levam séculos e milênios para obter.
E muitas vezes, no tempo de reinado de um único Senhor Elfo, reinos inteiros podem nascer, morrer, ressurgir... e nada terá mudado entre os Elfos.
As florestas são seu berço, e a natureza, seu alento. Afastados dos elementos naturais de suas terras, tendem a se comportar cada vez mais como seres humanos, tornando-se impulsivos e perdendo a característica calma e longeva da raça.
Sua principal religião é Corellon Larethian, Deus da Magia, do Conhecimento, das Artes e da Guerra. Mas sobretudo, o Pai de todos os elfos, cumprindo uma função bastante patriarcal e protetora sobre a raça.
Profissões mais comuns: Artesãos, ferreiros, escribas, arcanistas, historiadores.


Gnomos:

Semelhante aos elfos, foram herdados dos costumes celtas e pagãos pela Europa, representando um aspecto mais benevolente e casual da natureza em seu envolvimento com as pessoas. Representam o papel desta (natureza) no dia-a-dia, desde a agricultura à criação de animais.
Vivem comumente entre os anões, pois seus estilos de vida se assemelham. A principal diferença é que, enquanto os anões valorizam os laços de família e os registros de sua história, os gnomos são mais individualistas, prezando sobretudo pela família imediata (pais, irmãos, filhos, primos no máximo).
São muito criativos e engenhosos, e seu esporte preferido é comparar suas criações.
Uma classe peculiar vem se destacando entre eles, conhecida fora de suas vilas como "Inventores", criadores de máquinas maravilhosas que, muitas vezes, replicam efeitos mágicos dos mais diversos.
São alquimistas formidáveis, e por valorizarem seu olfato acima de tudo, não gostam das bebidas fortes ou do fumo marcado, preferindo suas versões mais suaves e "de gosto refinado".
Profissões mais comuns: Alquimistas, artífices, inventores, joalheiros e lapidadores.


Halflings:

Também chamados de "preguiçosos" por seu estilo de vida pacato, valorizam as pequenas coisas do dia-a-dia, como uma boa refeição, um encontro em família ou entre amigos, festas bem organizadas e a boa diplomacia.
Porém, há lendas de halflings que abandonam o estilo de vida calmo para abraçar uma vida de aventuras, e sua principal motivação pode ir de "não querer parecer bobo", até mesmo "provar que é capaz".
Sempre serão a calma entre aventureiros, normalmente responsáveis pelas tarefas mais cotidianas, como manter as coisas em ordem, cuidar de equipamentos e pagar a conta da estalagem.
Profissões mais comuns: Cozinheiros, artesãos, carpinteiros, fazendeiros, feitores, diplomatas e comerciantes.

Meio-elfos:

Perdidos entre dois mundos, herdaram um pouco da longevidade de seus parentes elfos, encontrando-se deslocados no agitado mundo dos humanos. Ao mesmo tempo, seu tempo de estrada lhes garante conhecimentos além dos ordinários entre as vilas humanas, sobretudo no tocante às artes e sobre a própria história.
É muito comum saberem detalhes de gerações recentes de uma cidade, sobretudo das mudanças em suas autoridades,  pois mais do que registros nos livros, eles estavam lá, presenciando os fatos da história mais recente.
Ao contrário dos elfos, que retratam a passagem do tempo com floreios e muita criatividade, meio-elfos tendem a ser mais diretos e objetivos em seus relatos, desfazendo a beleza e a elaboração das complexas baladas.
Profissões mais comuns: Escribas, menestréis, estudiosos, historiadores, aristocratas, comerciantes.

Meio-orcs:

De uma maneira própria, mesclam suas duas realidades. Embora a miscigenação mais comum conhecida seja o cruzamento de humanos e orcs (de maneiras violentas e impensáveis), há raças que fazem "experimentos", misturando outras raças, em sua maioria escravos sem escolha.
Têm a versatilidade e a adaptabilidade humana misturada com a força bruta e o potencial para a violência de seus pais orcs.
Como os meio-elfos, trazem no semblante sua herança, e com ela, toda desconfiança das raças que os originaram, sendo depositários de seus preconc
eitos e agouros.
Profissões mais comuns: Armeiros, batedores, exploradores, carregadores, comerciantes, e principalmente todo tipo de trabalho braçal.
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Felipe
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