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Mensagem por Felipe em Qua Dez 13, 2017 11:03 am

O fosso era mais do que íngreme, um antigo túnel escavado por elementais de Ontem. Ele escalava com dificuldade, parte dos feitiços que conduziam à cidade ainda estavam ativos, mesmo depois de tanto tempo.

Ele escalava com maestria, dedos firmes em sua luva de terminações pontiagudas feito garras. Em meio à escuridão, o branco dos cabelos trançados era o único brilho, azulado pela fraca luminescência que o envolvia neste mar de escuridão, e aos seus, que o seguiam sem a mesma presteza, alguns até com o auxílio de cordas e pítons.
Alguns poucos levitavam magicamente em seu rastro.

Finalmente, chegam ao fundo da abertura, e ao tocar o fim do paredão, revertem-se ao nível certo, e só então um expectador desatento teria se dado conta de que não subiam a escalada, mas desciam rumo às profundezas.

Uma vez ali, percebem-se num largo túnel de chão pisoteado, e da curva mais tenebrosa um enorme grupo de seres peludos e brutais vinha em passos cadenciados, dintintos em seu meio apenas dois enormes trolls, vestindo pelos de jaguar mesclado com couro de urso.

O primeiro troll aponta um enorme porrete, e sorri, salivando, antes de sua cabeça explodir, seu enorme corpo desabando.
O segundo troll fica furioso, mas os seres recuam assustados. Não gostavam de lidar com drows, fossem de que tropa ou casa fossem.

O drow de olhos de fogo olhava o segundo troll com ares de irritação, mas  a um gesto do líder, contém a fúria que teria posto fim à vida de dois trolls.
A unidade silenciosa da as costas ao bando, indiferente aos berros do troll. Os seres peludos viam, assombrados, o trol sem cabeça voltar a levantar, e conforme seu pescoço se recompunha, começava a praguejar e reclamar em um língua indistinta.

Os drows se aproximam da cidadela..

=============================

Uma ponte feita de teias pendia sobre uma vala escura, uma forte corrente de ar vinha de incontáveis túneis que ligavam o complexo de cavernas, mais parecido a uma colméia, a cavernas mais largas e recentes nas montanhas. O vento que vinha forte assobiava nas mais estreitas produzindo um som fantasmagórico.

A ponte de teias pendia, desprotegida. Ou assim parecia. Mas olhos atentos mostrariam uma pequena e distinta figura de pêlos brancos e pele cinzenta. A expressão goblinóide impaciente erra inconfundível, andando pra lá e pra cá, passos pesados para um goblin que, de ordinário, nada possuía.

O antigo drow, vigia deste caminho se aproxima, diferente de drows comuns, este era velho e experiente, trajado por uma armadura de placas de queratina bastante resistente, e assustadoramente leves. Em sua mão, uma lança com ponta farpada.

Goblin: O QUÊ??
Drow: o queeeee....
Goblin: grrrrr... senhorrrrr
Drow: Melhor, cão. Onde está seu mestre?
Goblin: Por que quer saber?
Drow: Por nada...

sem esboçar reação ou mudança em sua face, o drow gira a longa lança no ar, descendo a lâmina farpada certeira contra a cabeça do goblin. Mas algo, uma força invisível, detém o golpe mortal da lâmina.

O segundo drow sai das sombras, e sua voz fria como metal igualmente escapa de algum buraco nas profundezas de sua alma:
Doriath: Por favor, guarde sua lança para alvos mais decentes.

O goblin empertiga, arrepiando e voltando-se para o drow com olhar furioso, sem ter percebido o golpe que, não fosse a intervenção de seu mestre, teria lhe custado a vida.

Drow: Acontece que seu CÃO trouxe companhia. Foi seguido desde a superfície por um comando invasor.

O goblin passa por uma violenta mudança, o corpo crescendo e ficando à altura, senão maior, que a do drow, pêlos mais longos e muitos músculos a mais.

O drow apenas sorri, não vendo ameaça, e diz de maneira direta:
- De que serve um segurança que não se vê seguido por tantas milhas terra a dentro?

Parecia querer provocar a criatura, agora transfigurada num enorme cão de pelos brancos e feições selvagens.
Doriath: E quem disse que ele não os viu? O que o faz pensar que não lhes estava servindo de GUIA?

O drow perde a compostura sentinela quando seu par entra sob o foco de um bulbo brilhante que emitia faixos intermitentes, a selvageria do antigo de encontro à frieza do mais experiente.
Como um cão obediente, ele recua e se empertiga ao lado de Doriath, que mantém o sorriso frio.

Os passos se aproximavam de várias direções, vindo do meio do caminho um drow de cabelos trançados, a expressão dura e fria.
Ao seu lado, outro mais arisco, cujos olhos brilhavam num vermelho-fogo intenso.
E mais outro... e outro... e mais alguns vinham saindo das sombras.

O drow-sentinela não admitiria, mas havia visto apenas os três primeiros no rastro do monstro de pelos brancos. Nem mesmo ele percebeu tantos adentrarem em seu covil.

O drow de cabelos trançados aproxima-se da ponte, quando o sentinela se interpõe, dizendo:
- Não me lembro de ter dito que os deixaria passar, seja como for...

A frase termina no vazio, o drow, velho e grande para sua raça, cai de joelhos, os olhos vidrados numa expressão vazia.
Doriath tinha a ponta do dedo indicador brilhando num pulso amarelo, que faz até o monstro selvagem encolher de medo.
Doriath: Não me lembro de ter pedido sua permissão, guardinha de ponte.

Doriath e o drow de tranças se encontram no começo da ponte, do outro lado um grande portão de metal negro.
Olhos atentos expiavam de várias direções, escondidos em frestas e saliências por toda grade, e além do abismo.

Doriath: Vai ter que ser da minha maneira.

O drow de tranças leva a mão ao rosto, a expressão dura revela-se uma máscara de couro endurecido numa expressão impassível e vazia. Por trás, uma mulher.
A criatura-goblin não esconde a surpresa. Bem como outros de seus próprios pares.
Drow de tranças: O que o faz pensar que vão me ouvir?
Doriath: Porque de outra forma, matarei todos eles.

A drow engole seco. Era a primeira vez que voltava àquele pesadelo desde sua fuga décadas atrás.
Doriath toma a dianteira, dizendo:
- Não há que se preocupar, Olori. Está sob minha guarda. Ninguém aqui será tolo de me testar. Apenas... não se afastem muito de mim.

A trupe segue no rastro do drow e seu... "cão", e a cada passo pela longa ponte de teias, mais e mais expectadores, uns flutuando, outros montando enormes lagartos cinzentos agarrados ás paredes do abismo, vão seguindo os passos determinados do grupo.

Por fim, ao se aproximarem do enorme portão, já podiam ouvir, ainda que delicadamente, o estalar do metal, leve, porém resistente, ceder e abrir, abrindo a passagem para túneis restritos apinhados de casebres de teia, e mais ao fundo, pedra, em construções mais elaboradas.
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Felipe
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